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Clube Filatélico de Portugal

Inteiros Postais Portugueses repicados PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Eng.º Horácio M. Novais   
Quarta, 14 Outubro 2009 11:11

 

Inteiros Postais Portugueses Repicados

                                                                                                                                                              Novais
Horácio M. Novais

 

 

      Com o objectivo de personificar e assim também conferir segurança aos inteiros postais (IP) por parte de entidades públicas ou privadas, por forma a evitar que eles fossem indevidamente usados por terceiros e/ou como forma de publicidade, é possível efectuar-se quer uma perfuração ou uma impressão com a denominação dessa entidade. A perfuração mecânica com uma sigla, que foi largamente usada em relação aos selos, apenas o foi muito raramente nos IP. Quanto a uma impressão tipográfica adicional dos IP, podem considerar-se duas categorias: os IP particulares e os repicados. Nos particulares é feita a impressão do selo pela entidade oficial, Casa da Moeda, a pedido de privados, em postais de fabrico particular e em quantidade convencionada, já com a designação da firma ou publicidade na frente do postal. Resulta assim uma composição gráfica básica do IP diferente da emissão corrente dessa taxa, com um controlo oficial da quantidade emitida. São também considerados particulares, IP que foram tipografados em postais de emissões correntes, mas com autorização ou sob controlo da entidade oficial, Correios ou Casa da Moeda. Tais são os casos, por exemplo, dos IP da Série Nacional, com publicidade impressa do lado esquerdo em postais Ceres de 1c. (OM 59) e de 2c. (OM 61), postos à venda em grupos de seis, ou os impressos para a firma Azulay & Co, Ltd em postais Ceres de 25c. (OM 74). 

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Posto isto, nos IP repicados, é mandada fazer por uma dada entidade uma nova impressão tipográfica em postais adquiridos nos Correios, destinando-os depois ao seu uso privado. A quantidade assim tratada varia usualmente entre as centenas e alguns milhares, havendo raramente conhecimento dessas tiragens.

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Enquanto os inteiros particulares se encontram descritos na sua maioria num catálogo (1) e em artigos de especialidade em revistas filatélicas, já em relação aos repicados são escassas e breves as referências na literatura filatélica (2-9), embora em (3) tenha sido dado honras de capa a um IP repicado, mas por outras razões. Nestas condições, resolvemos fazer uma primeira abordagem sistemática deste tema com a plena consciência de ser muito incompleta, mas optando mesmo assim pela sua publicação com o objectivo de servir de germe a outras futuras contribuições.

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Podem considerar-se três categorias distintas de repicagem em IP:

a) - apenas na frente do postal, usualmente na zona do remetente, com a identificação da entidade emissora ou referência a algum evento que se pretende publicitar ou comemorar;

b) - apenas tipografados no verso com um texto fixo, que pode revestir, entre outras, as formas de aviso, anúncio ou convocatória, ou incluindo também linhas ou espaços para serem preenchidos manualmente;

c) - tipografados na frente e no verso.

Existe uma variedade de entidades que têm mandado repicar IP como firmas comerciais, industriais, financeiras, de serviços, associações e entidades oficiais, cabendo grande parte a firmas comerciais e a casas bancárias. Pode dizer-se que o auge das repicagens ocorre na primeira metade do séc. XX, em particular até finais da década de 1930, coincidindo também com a máxima popularidade dos IP que, como se sabe, tem vindo a decrescer notavelmente até aos nossos dias. Em relação ao período monárquico, são ainda em número relativamente reduzido os exemplos de IP repicados, em particular nos de relevo, sendo a maior parte apenas tipografado no verso; sabe-se (5), contudo, que já o nosso primeiro IP (D.Luís, relevo, 15rs) aparece tipografado no verso pela firma Empreza Horas Românticas. 

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Na listagem que se segue, apenas referente a bilhetes postais inteiros do Continente, ordenaram-se os repicados do nosso conhecimento por ordem cronológica, indicando-se primeiro a referência ao catálogo (1) de Inteiros Postais Portugueses de Cunha Lamas e Oliveira Marques (OM), seguindo-se uma breve identificação do IP e a lista das repicagens com indicação da entidade responsável, localidade e natureza da repicagem. Para este efeito as indicações usadas são as seguintes: F – apenas tipografado na frente; V – tipografado apenas no verso; FV – tipografado em ambas as faces; F* significa que o autor desconhece se o IP se encontra também tipografado no verso. Quando disponíveis, indicam-se ainda números de autorização/modelos (mod.) e tiragens.  

Quando não decorre da própria designação da firma o tipo de actividade a que se dedica, esta é, sempre que possível, indicada entre «comas» na primeira vez que essa firma aparece listada, o mesmo acontecendo com os postais comemorativos ou de publicidade a algum artigo ou evento, o qual é assim também referido.

Nesta abordagem, por motivo de simplificação, não referimos variedades de cartolinas e de tonalidades. Vários destes IP acabaram por circular com adicionais apostos, por ter ocorrido aumento de porte antes de esgotados os respectivos stocks.

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Os IP repicados dos Caminhos de Ferro Portugueses ou da CP a seguir listados são Avisos de Chegada, incluindo-se apenas aqueles que vimos, embora exista seguramente uma muito maior variedade, entrando-se aqui na especialidade do Correio Ferroviário. Optou-se, neste caso, por indicar como localidade, não a sede da empresa (Lisboa) mas, entre parêntesis, a que vem referida no carimbo nominativo da estação remetente, constante dos IP a que tivemos acesso.

Para cada tipo de IP, ordenaram-se os postais repicados alfabeticamente em relação às localidades em que as respectivas entidades responsáveis têm a sua sede.

 

Inteiros postais repicados do Continente

 

Nº(OM)

 

09 - D. Luís, 10rs.

           Associação Commercial de Lisboa, (V).

Hermann Burmester, Porto, (V), «consignatário do vapor Setúbal».

Museu Industrial e Commercial do Porto, (V).

10 - D. Luís, 20rs.

Faustino A. Martins, Lisboa, (V), «filatelia e postais ilustrados».

           T.B.Browne, Londres, (FV), «agente de jornais».

13 - D. Carlos, 10rs (Diogo Neto).

Colégio de Guimarães, (V).

Linha de Vapores da Companhia Neptun, Porto, (V).

20 - Emissão Comemorativa do V Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique.

           Linha de Vapores da Companhia Neptun, Porto, (V).

23 - D. Carlos, 10rs (Mouchon).

Barbosa & Irmão, Sucessores, Estremoz, (V), «agente bancário».

Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, Lisboa, (V).

Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, (Vª. Nª. Gaia, Soure), (V).

29 - IV Cent. do Descobrimento do Caminho Marítimo para a Índia,10rs, variedade G.

Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, (Coimbra-B), (V).

36 - D. Carlos, 25rs.

Frick & Rogenmoser, Lisboa, (F), «acessórios para a indústria».

42 - D. Carlos, 10rs.

Oliveira, Cardoso & Ca., Lisboa, (V).

Francisco Leal Júnior, Porto, (F*).

48 - D. Manuel II, 10rs.

Banco do Minho, Braga, (FV).

Adolpho Luz & Ca., Lisboa, (FV), «artigos para calçado».

O Século, Lisboa, (V), «publicações».

Real Associação Naval, Lisboa, (V).

52 - D. Manuel II, 10rs (sobrecarga República).

Adolpho Luz & Ca., Lisboa, (FV).

Mesquita de Figueiredo, Lisboa, (F*), «advogado».

56 - Ceres, 1c.

Agência Esperantista, Lisboa, (V).

British Cooperative Stores, Porto, (V).

57 - Ceres, 2c.

J.P. da Conceição, Lda, Porto, (FV).

59 - Ceres, 1c. (com Escudo Nacional)

Banco do Minho, Braga, (FV).

Automóvel Club de Portugal, Lisboa, (V).

Francisco José Simões & Cª., Lisboa, (F), «armazém de ferragens»

A. J. Gonçalves de Moraes & Filhos, Porto, (V), «acessórios para a indústria».

Photo-Bazar, Porto, (V), «artigos fotográficos».

União Commercial, Porto, (V).

Mercearia do Dente d’Ouro, Valença, (FV).

61 - Ceres, 2c.

Banco do Minho, Braga, (FV), 2 modelos de impressão do verso.

Faustino Camelo, Celorico de Basto, (V), «comércio geral».

António Pereira Pichel, Celorico da Beira-Gare, (FV).

Casa do Leão, Covilhã, (F), «materiais para construção».

Loja Popular, Estremoz, (F).

          Joaquim Alves Pereira, Leiria - Abadia, (FV), «fábrica de curtumes».

A Equitativa de Portugal e Ultramar, Lisboa, (F*).

Francisco José Simões & Cª., Lisboa, (FV).

Santos & Bensliman, Lisboa, (FV), «shampoo Sanliman».

Vicente Marques Louro, Lisboa, (F).

Alfredo Moreira da Silva & Filhos, Porto, (F), «horticultura».

Livraria Moreira, Porto, (FV).

Monteiro Borges, Porto, (F*), «artigos religiosos».

Sá, Filhos & Cª.,Lda, Porto, (FV), «armazém de mercearia».

62 - Ceres, 3c.

           Monteiro Gomes, Ltd, Lisboa, (V), «engineers, contractors, machinery importers».

A. Parada Jor & Cª., Porto, (F), «acessórios para a indústria».

68 - Ceres, 6c.

Livraria Cruz, Braga, (F).

Banco do Minho, Braga, (FV).

Livraria Neves, Coimbra, (F).

Club Internacional de Foot-ball, Lisboa, (V).

Custódio Perfeito, Lda , Lisboa, (F), «armazém de sola e cabedais».

Marcus & Harting, Lda, Lisboa, (V), «agência de viagens».

João Luís da Costa Pena, Vila Franca das Naves, (FV), «armazém de ferragens».

Manoel Rodrigues & Irmão, Vimioso, (FV).

73 - Ceres, 15c.

Santos & Bensliman, Lisboa, (FV), «shampoo Sanliman».

74/74a - Ceres, 25c. (Enderêço).

António da Silva Pereira, Alferrarede, (F, «azeite, cereais».

J. A. Mineiro, Caldas da Rainha, (F), «cereais e farinhas».

Sociedade Portuguesa de Graxas, Lda, Lisboa, (FV), mod.811-29.   

Banco do Minho, filial de Lisboa, (FV), mod.252 e mod.1944-27.

Maurício, Macedo & Faustino, Porto, (FV), «armazém de mercearia».

União Commercial, Porto, (FV).

J. M. Fernandes Guimarães & Cª., Porto, (FV), 3 modelos com pequenas diferenças.

Alberto Ferreira Goucha, Rio Maior, (F*), «alfaiataria».

74 b/c - Ceres, 25c. (Endereço).

Banco do Minho, Braga, (V), mod.32 e mod.88.

Fábrica A Andorinha, Coimbra, (F*).

Livrarias Aillaud e Bertrand, Lisboa, (F*).

Banco do Minho, filial de Lisboa, (FV), mod. 1303-27.

A Competidora, Porto, (FV), «espelhos e vidros».

Daniel Corrêa do Valle, Porto, (V).

J. M. Fernandes Guimarães & Cª., Porto, (FV), «banqueiros».

75 - Ceres, 25c. (Endereço, cartolina branca).

   Casa do Leão, Covilhã, (F*).

77a - Ceres, 25c. s/18(+18)c. na 2ª folha “resposta paga”.

Tinoca, Lisboa, (F*), «comércio agrícola».

78 - Ceres, 25c. (Júlio Alves - Enderêço).

Banco do Minho, filial de Lisboa, (FV).

Banco Nacional Ultramarino, Porto, (V).

78 - Ceres, 25c. (Júlio Alves - Endereço).

J. M. Fernandes Guimarães & Cª., Porto, (FV).

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79 - Lusíadas, 25c. (verde - azul).

Silva, Guimarães & Cª., Guimarães, (FV).

Sociedade Industrial Aliança, Lisboa - Porto, (FV), «bolachas,chocolates»; duas impressões diferentes do verso.

80 - Lusíadas, 25c. (carmim, 140x95mm).

António M. Pires Rocha, Mogadouro-Gare, (FV), «mercearia e miudezas».

J. M. Fernandes Guimarães & Cª., Porto, (FV).

80d – Lusíadas, 25c. (carmim, 140x90mm, Enderêço).

J. M. Fernandes Guimarães & Cª., Porto, (FV).

 81 - Tudo pela Nação, 25c.

J. M. Fernandes Guimarães & Cª., Porto, (V).

 83 - Tudo pela Nação, 25c. (traço oblíquo).

Manuel Lourenço Ferreira, Mortágua, (F), «fábrica de fiação».

Casa do Douro, Régua, (V), circular nº203, mod. C.D.257.

116 - Caravela, 50c.

Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, (Lisboa-Jardim), (V).

137 - Postilhão, 50c., Conheça a sua História, 2ªSérie, nº23.

Associação dos Estudantes do I.S.T., Lisboa, (V).

138 - Postilhão, 50c.

Companhia de Seguros Portugal, Lisboa, (FV), mod.517, 2000 ex.

Eduardo Martins Bairrada, Lisboa, FV, «investigação policial».

155 - Postilhão, 50c., Conheça as suas Danças, 2ª Série, nº10.

         Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, (D. Portos), (V).

162 - Paisagens e Monumentos, 1$00

Igreja do Nazareno, Lisboa, (V).

164 - Paisagens e Monumentos, 2$00.

Banco Fonsecas & Burnay, Lisboa, (FV), mod. BFB 1203.

165 - Paisagens e Monumentos/Apoio à Produção Nacional, 1$50+$50.

Dragão-Dilumit, Paços de Brandão, (FV).

168 - Paisagens e Monumentos, 3$00.

          Quimifar,Lda, Lisboa, (FV), «Algesal-gel»

170 - Instrumentos de Trabalho, 4$00.

Clube Filatélico de Portugal, Lisboa, (V), «Lubrapex 80»

171 - Instrumentos de Trabalho, 4$00.

TWA, Air Freight, Aeroporto de Lisboa, (FV).

189 - Instrumentos de Trabalho/Paisagens e Monumentos, 5$50+1$50.

CP, (Gaia, Vila Real de Santo António), (V).

191 - Instrumentos de Trabalho, 7$00.

CP, (Gaia), (V).

200 - Instrumentos de Trabalho/Paisagens e Monumentos, 9$00+3$50.

CP, (Vila Real de Santo António), (V).

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202 - Instrumentos de Trabalho, 16$00.

Dia do Selo, 27-10-1984, Beja, (FV).

Dia da Filatelia Juvenil, 01-12-1984, Beja, (F).

Satife, Lisboa, (FV), «relojoaria».

 

Inteiros Postais mais recentes não catalogados em OM.

 

A - Instrumentos de Trabalho,12$50+7$00+$50.

           CP,(Coimbra), (V).

B - Instrumentos de Trabalho, 20$00.

    XXXI Dia do Selo, 27-10-1985, Beja, (FV).

C - Selo sem Taxa, 1985.

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, Canas de Senhorim, (F), «X Aniversário do núcleo filatélico e numismático,18-09-1986», ed.300 ex. numerados.   

D - Arquitectura Popular Portuguesa, 27$00.

    Comissão Portuguesa da IAESTE, Lisboa, (FV), «estágios para estudantes».

E - Arquitectura Popular Portuguesa, 29$00.

    Comissão Portuguesa da IAESTE, Lisboa, (FV).

F - Navegadores Portugueses, 32$00.

     Federação Portuguesa de Filatelia, Lisboa, (F), «Dia do Selo, 01-12-1990».

G - Navegadores Portugueses, 35$00.

     Federação Portuguesa de Filatelia, Lisboa, (F), «Dia do Selo, 01-12-1991».

H - Navegadores Portugueses, Philaiberia 91, 35$00.

    Clube Nacional de Filatelia, Porto, (V), «Dia do CNF, 20-10-1991».

    Clube Nacional de Filatelia, Porto, (FV), «7ºAniversário do CNF, 05-11-1991».

I - Navegadores Portugueses, 38$00.

     Núcleo Filatélico do Sporting Clube de Portugal, Lisboa, (FV), «III Mostra filatélica, 30-05-1992».

J - Selo sem taxa, 1993.

    Direcção de Filatelia, Lisboa, (FV), «5 anúncios a novas  emissões de IP em 1999».

K - Profissões e Personagens do séc.XIX,47$00.

     Lourenço e Cunha, Lisboa, (V), «decoração».

L - Profissões e Personagens do séc. XIX, 51$00.

     Direcção de Filatelia, Lisboa, (FV), «5 anúncios  a  novas emissões de IP em 1999 e um à emissão de etiquetas Amiel».

     Correios, Lisboa, (V), «os últimos selos em escudos».

M - Profissões e Personagens do séc. XIX, Dia do Mar, 51$00.

     Filatelia, Lisboa, (FV), «anúncio a compras de Natal,1999».

 

Bilhetes Postais Isentos de Franquia

 

CV1 - Cruz Vermelha Portuguesa.

            Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha, Comissão Central, (V).

            Service des Victimes de Guerre, (F).

            Nota: Estes postais encontram-se, em regra, endereçados mecanicamente a  determinadas entidades.

EO1 - Escola Oficina nº1.

Variedades A, C e D, (F), «Educação - Revista Quinzenal de Pedagogia».

Nota: A variedade B encontra-se descrita em (6a) mas em IP com inscrições modificadas na frente que em (1) vem referido apenas por EO.

LC2 - Liga dos Combatentes da Grande Guerra.

          Variedades A e B, (F), «pedido de liquidação de quotas».

          Variedades B e F, (F), «comunicado de pensão autorizada».

          Nota: As variedades B e F vêm descritas em (6b).

 

 Não queremos deixar de reforçar que a presente lista é apenas uma ponta do universo dos IP repicados portugueses, porventura impossível de discriminar com rigor na sua totalidade.

Deixo aqui o repto para que outros a vão completando, por forma a obter-se um mais amplo conhecimento desta interessante variante do coleccionismo de inteiros postais.

Por fim, é de realçar que têm aparecido em circulação nos anos mais recentes uma variedade de sobrescritos inteiros do correio azul repicados.

 

Agradecimento: Ao Senhor Comendador José Rodrigo Dias Ferreira pela sua inefável disponibilidade e por um dia me ter chamado a atenção para os inteiros repicados.

 

 

Bibliografia:

1- José da Cunha Lamas, A.H. de Oliveira Marques, Catálogo de Inteiros Postais Portugueses, 1ºvolume, Correios e Telecomunicações de Portugal, Lisboa, 1985.

2- Américo Mascarenhas Pereira, Catálogo de Bilhetes Postais de Portugal Continental, Porto, 1976.

3- Armando Vieira, Selos de recurso circulados em Portugal Continental, Núcleo Filatélico do Ateneu  Comercial  do Porto, 1987.

4- Pedro Vaz Pereira, Boletim do C.F.P., nº404, pág.24, 2004.

5- Américo Mascarenhas Pereira, A Filatelia Portuguesa, nº9, 1986;  referência obtida através de (7).

6- Armando Bordalo Sanches, A Filatelia Portuguesa: (a) nº93, pág.5, 2000; (b)  nº112, pág.5, 2002.

7- Hernâni Matos, Website ‘Inteiros Postais de Portugal’  em  www.inteirospostais.com

8- Catálogos de Leilões P. Dias, Lda .

9- Catálogos dos leilões inter-sócios do Clube Filatélico de Portugal.     

 

   

 

Actualizado em Quarta, 14 Outubro 2009 11:48
 

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